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Divulgação 77

31/01/2019

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Tema: VAMPIRISMO

 

Índice

PALAVRAS INICIAIS

APRESENTAÇÃO

1. OS VAMPIROS SÃO ALMAS DESAJUSTADAS COM AS LEIS UNIVERSAIS - Rochester

2. SOBRE OS VAMPIROS - Rochester

3. ATRAÍDOS PELA AFINIDADE - Tarcilio

4. CADA VEZ MAIS CRESCE O EXÉRCITO DE VAMPIROS - Rochester

5. ERA UM CRIADOURO DE VAMPIROS – Medium (Vidência)

6. OS VAMPIROS E SUAS REDES DE ATIVIDADES NO ASTRAL - Medium (Vidência)

7. HAVIA TAMBÉM MUITOS DRAGÕES ALADOS - Medium (Vidência)

8. PALAVRAS DE UM VAMPIRO – Um Vampiro

9. CRESCEU CERCADO DE MIMOS QUE NÃO EDUCAM - Rochester

10. JOÃO FRANCISCO, UM EX-VAMPIRO – João Francisco

11. CHOREI PELA PRIMEIRA VEZ – Flávio

12. AUXILIAI-ME, SENHOR, A SER HUMANO OUTRA VEZ – Flávio

13. A MINHA HISTÓRIA COMO VAMPIRO - Lord Vladimir

14. APRISIONARAM MEU ESPÍRITO - Elizabeth

15. VAMPIRISMO EM VÁRIAS ETAPAS - Medium (Vidências)

16. SOFRI AS PENAS DO INFERNO - Lord Vladimir

17. DEIXAI BRILHAR A LUZ DO AMOR - Emmanuel

18. SEGUE-ME TU! – Humberto de Campos

 

                        Mensagens Recebidas pelas Médiuns: Edilza, Gisele e Penny

 

 

PALAVRAS INICIAIS

Queridos irmãos de todo o planeta, Paz em Jesus!

Mais uma vez estamos juntos, unidos pelas palavras esclarecedoras dos nossos Irmãos Maiores.

Não poderíamos deixar de apresentar material tão intenso como este, que, infelizmente, traz o peso de mazelas capazes de converter um homem em um ser infeliz e dependente de energias de outros seres para sobreviver.

A queda vertiginosa de alguns de nossos irmãos e a transformação destes em vampiros são apresentadas nessa série de Divulgações. 

Entretanto, de maneira descontraída, a leitura começa com um texto sensacional, escrito por D. Margarida e que seria a apresentação do livro sobre Vampirismo, ora publicado em capítulos, e duas lindas mensagens encerram essa publicação, fazendo você respirar melhor no final.

Aproveitem e matem a saudade da “velhinha”...

Fiquem com as bênçãos do Mestre Jesus.

Boa leitura!

 

 

 

 

APRESENTAÇÃO

 

 

                                                “Eis que venho em tarefa para auxiliar-vos a

                                                     compreender e aceitar 'esses' que

                                                     representam desvios da Criação Divina”.

                                                                                           Conde Rochester

                                                                                              08/12/2000

 

 

A mensagem acima diz muito para os que têm “olhos de ver e ouvidos para escutar”.

Mais um conjunto de mensagens recebidas através da psicografia e da psicofonia, trazendo-nos velhas informações que,  entretanto, muito pouco conhecíamos a respeito do assunto.

Sempre quis saber um pouco sobre esses seres, os Vampiros. Não por simples curiosidade, mas para saber até onde terminava a imaginação humana e começava a realidade dos fatos.

Mas, como “quem procura acha” - assim diz a voz do povo - um dia, numa estação rodoviária, enquanto esperava a saída do ônibus, não perdi tempo. Dei uma olhadinha numa banca de revistas, onde tive uma grande surpresa. Ali, a minha frente, estava um livro:

- Vampirismo –

Imaginem a minha alegria! O livro parecia estar me esperando. Ainda havia alguns trocados na bolsa e eu não pensei duas vezes: comprei o livro!

É preciso esclarecer que, naquela época, eu deixava de comprar um vestido, uma bolsa ou um sapato para comprar livros. A leitura sempre me atraiu fortemente. Verdadeiro fascínio! “Cada louco com sua mania”, dizem. A minha era e continua sendo essa.

Em Vitória, capital do Espírito Santo, onde eu morava, só havia, naqueles tempos (décadas de 60 e 70), uma livraria. E eu, que gostava tanto de ler, recorria ao Serviço de Reembolso Postal para as livrarias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Recebia o livro e também um catálogo com os últimos lançamentos. E assim, eu ficava sempre em dia com as novidades literárias.

Desde criança até hoje, aos noventa anos, sempre ouço falarem ou contarem “casos” sobre almas do outro mundo, mulas-sem-cabeça, lobisomens, sereias, chupa-cabras e outros “personagens famosos” do mundo das ilusões, da fantasia, do folclore.

Será que tudo isso foi mesmo produto da imaginação daqueles que moravam nos subúrbios, em bairros pobres, contando histórias em noites de lua cheia...?! Naqueles bairros, na minha infância, ainda não havia luz elétrica.

Lembrei-me agora das nossas brincadeiras de crianças pobres: pular corda, brincar de roda, de picula (que em alguns lugares é conhecido como “pega-pega” ou “pique”), esconde-esconde, jogar baralho, chicotinho queimado e diversas outras.  Era também naqueles dias da infância que surgiam as histórias do “Arco da Velha”. Não me perguntem que Arco é esse, e que Velha é essa, pois quando nasci em 1923 já existia esse dito popular. Nunca soube algo sobre sua origem, embora o achasse muito engraçado.

Mas, voltemos ao conteúdo do nosso pequeno e despretensioso livrinho.

De vez em quando, o vampirismo vem à tona, através do lançamento de filmes, livros, ou publicações periódicas como revistas ou jornais, bem como em discussões sobre: “existem ou não existem vampiros?”

Agradeço a Jesus e aos Irmãos do Plano Astral, espíritos amigos que souberam do nosso objetivo e nos abasteceram de informações, a ponto de transformá-las em humilde livrinho. Sem a preciosa participação deles, inclusive de ex-vampiros, não teríamos esse livrinho modesto.

Esta apresentação terminaria aqui se, no momento em que passava a limpo o rascunho, não me lembrasse de algo que aconteceu comigo há muito tempo...

Naquele dia, eu, pela segunda ou terceira vez, relia o livro de Rochester “Naema, a Bruxa” e estava na parte em que a feiticeira já estava no centro da fogueira ainda apagada. Porém, quando foram acendê-la, o seu espírito, já em forma de morcego, desligou-se daquele corpo que entraria em chamas e seguiu voando para o espaço, conforme prometera seu mestre feiticeiro.

É preciso acrescentar que bem acima da cabeceira da minha cama havia uma báscula que ficava aberta devido ao calor. Pois bem! Naquele exato momento, no qual a feiticeira abandonava o corpo na forma de morcego, pela báscula, entrou “às doidadas” um morcego. Até aí, tudo bem. Acontece que eu, inconscientemente, olhei para o relógio existente na mesinha de cabeceira, ao lado da cama. Surpresa! O relógio marcava exatamente 24 horas, ou seja, meia-noite.

Coincidência ou não, botei o morcego inesperado para fora, fechei a báscula, apaguei a luz e deitei-me para, finalmente, dormir.

Encerro esta Apresentação, dizendo:

Foi muita emoção para a velhinha Margarida naquela noite!...

Vou ficando por aqui.

Margarida Pinho Carpes

 

 

 

1. OS VAMPIROS SÃO ALMAS DESAJUSTADAS COM AS LEIS UNIVERSAIS

 

“Há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que pode sonhar sua vã filosofia.” (Hamlet - William Shakespeare)

Minha alma imperfeita relembra as histórias que vivi, em milhares de existências pregressas, relatando-as na forma de livros; e também há histórias contadas por outros irmãos, que hoje vivem na eternidade. E eles, tendo alcançado o despertar para a Luz, emprestaram-me seus relatos para que eu pudesse divulgá-los ao mundo.

Os vampiros não são uma lenda inventada por mentes superexcitadas. Viveram no seio desta humanidade e, ainda hoje, martirizam-se no plano astral, atormentando os encarnados.

As crenças modernas querem moldá-los como heróis, quando, na realidade, são almas em total desequilíbrio e em desajuste com as Leis Universais.

Os Comandantes Trevosos recrutam vampiros para auxiliá-los a combaterem as Forças do Bem, distribuindo-os como pelotões de seus Exércitos tenebrosos, espalhados sobre o planeta, para aumentarem o caos, a violência e a dor.

Destoam da Criação Divina, pois se alheiam totalmente das Leis Morais da Vida.

Atuam em bandos, submetendo-se às ordens de um comando maior que os escraviza.

Atacam vorazes, em busca de alimentar sua sede insaciável de sangue.

Tenhamos piedade desses irmãos, sem, contudo, subestimar sua ferocidade e dissimulação. São perversos e inconsequentes. Desejam apenas saciar-se, locupletarem-se com o sangue quente de suas vítimas, transformando-as, por sua vez, em vampiros como eles.

Antes da hora final, esta humanidade deverá conhecer que, em seu seio, ainda vivem os viciados em sangue humano e que estes ainda agem provocando tragédias incontáveis na humanidade terrestre. Na intricada e complexa rede que tece as vidas na Terra, os vampiros vivem.

Conde Rochester

20/09/2013

 

 

2. SOBRE OS VAMPIROS

 

Irmãs, salve, a Luz do Mestre Amigo, Jesus.

De nossa parte, as informações a serem apresentadas para a população sobre essa categoria de espíritos, os vampiros, já estão prontas para serem enviadas ao plano físico. Basta somente que busqueis vos informar mais sobre esse assunto, para que vossas mentes se expandam, adquirindo suporte para as informações que passaremos.

Irmãos, amigos espirituais que possuem vasto conhecimento sobre este tema, uniram-se para trazerem mensagens esclarecedoras sobre esse assunto, tão sério e perigoso, aos irmãos encarnados e desencarnados.

Infelizmente, os vampiros conseguiram influenciar os seres humanos, “glamourizando” sua imagem, romantizando seu personagem que, de bonzinho, não possui nada.

O intento foi conquistado. Construíram uma ponte para acessarem as mentes dos jovens, facilitando a aproximação através do plano astral, fazendo deles suas experiências e tornando-os seus serviçais.

No plano físico, os vampiros provocam brigas com derramamento de sangue e acidentes com vítimas fatais, sendo tudo disfarçado pela impetuosidade natural da juventude.

Estamos convosco, irmãs, pois o Mestre nos conduz.

Rochester

27/07/2013

 

 

3. ATRAÍDOS PELA AFINIDADE

 

Quando, na carne, podem até conseguir enganar pela aparência, pelos bons modos, pela educação esmerada e até por emanar uma aura de poder. Mas, quando desprovidos da carne, sem o disfarce, revela-se a verdade, com todos os matizes e nuances.

Não há como velar ou enganar as verdadeiras intenções com roupas, seguranças ou riquezas. E, nesse momento, os pares se encontram e para o tribunal para onde são encaminhados, eles não julgam verdades, mas sim se cumpriram o que lhes foi ordenado; o veredicto é sempre culpado.

Quantos, ontem, eram revestidos de poder e de arrogância e hoje se encontram nessas condições.

Foram atraídos pela lei de afinidade que os conduziu a esses locais.

Que todos encarnados lutem pela própria regeneração.

Paz a todos.

Tarcílio

29/02/2009

 

Obs: Esta mensagem veio depois de ter visto um certo engenheiro (que ficou famoso pelas estruturas construídas que ruíram e mataram pessoas) ser arrastado de um quarto de Hotel. Havia, sobre ele, vários seres querendo sugar a sua energia. Logo em seguida, um grupo de homens altos, vestindo togas e com os rostos cobertos, expulsou os vampiros e o levou para uma prisão, dizendo que ele aguardasse seu julgamento.

 

 

4. CADA VEZ MAIS CRESCE O EXÉRCITO DE VAMPIROS

 

Perdão. Palavra única para traduzir um dos mais fortes sentimentos que todo candidato a evolução necessita descobrir e compreender.

Só se liberta da dor aquele que aprende a perdoar.

A perfeição da Lei de Deus toca nossa alma quando notamos que o ser humano, ao descortinar seu passado de erros, é convidado a encontrar o caminho do auto-perdão para, em seguida, percorrê-lo. A criatura que erra, redime-se através do perdão. Então, passa a sentir uma paz indizível.

Todo ser que se permite invadir pela compaixão perdoa a si, perdoando também seus irmãos. Compreende que a vida é passageira e que tudo é temporário.

Que o sentimento de paz seja uma ponte a ligar nosso passado ao presente e o caminho seguro que nos conduzirá ao futuro.

Revelando ao mundo as primeiras noções sobre o tema do vampirismo, estareis recordando e desenterrando uma parcela de vosso passado.

Do mesmo modo que auxiliastes a higienizar o astral inferior da Terra, com o trabalho de faxineiras do astral, higienizareis o terreno desconhecido de vossas memórias, libertando lembranças de um passado que se renova nas oportunidades do presente.

Determinadas, fareis, bem sabemos, o que é necessário para auxiliar o entendimento de assunto, tão vasto quanto complexo, levando, aos vossos companheiros de jornada na Terra, os conhecimentos de que necessitam para prevenir, evitar e repelir firmemente o assédio, cada vez mais crescente, do “Exército de Vampiros” que se associa às hostes infelizes para satisfazer sua sede negativa.

                                                         Rochester

     20/09/2013         

 

 

5. ERA UM CRIADOURO DE VAMPIROS

 

Vidência:

Durante o momento de nossa irradiação semanal para Ilha Grande – RJ (1), incorporei uma mulher. Um Instrutor Espiritual, posicionado bem atrás de minha cadeira, ministrava passes e, de suas mãos, forte luminosidade alcançava o espírito dessa mulher.

Presa ao meu corpo pela incorporação, ela não podia fugir à ação de “limpeza do passe” e tomava choques horríveis que eu também sentia, porém, com menor intensidade.

Aos poucos, para minha surpresa, a mulher foi transformando sua figura no corpo astral, adquirindo aspecto de uma vampira.

Imediatamente, vi a Ilha Grande e muitos seres parecidos com ela. Havia homens, mulheres, idosos e crianças, mas, no fundo, não passavam de vampiros.

Ouvi alguém dizer: - é a Ilha dos Vampiros!

Um trabalhador do GESJ explica que há, na ilha, uma grande concentração de vampiros - como se fosse um criadouro - e que partirão de lá para atacarem outros lugares. Atacam transeuntes encarnados. Vi pessoas desencarnando e transformando-se em vampiros. Vi que o “criadouro de vampiros” está ligado a um lugar na Europa de onde partem os comandos para o que ocorre no Brasil.

09/05/2012

(1) Nota:  O GESJ faz semanalmente, as terças e quartas-feiras, irradiações para locais onde há espíritos sofredores, como hospitais e presídios. Entre esses locais está Ilha Grande, no litoral sul do estado do Rio de Janeiro (RJ), onde havia famosa prisão que encerrou suas atividades em 1994.

 

 

6. OS VAMPIROS E SUAS REDES DE ATIVIDADES NO ASTRAL 

 

Vidência:

Vi a região de Ilha Grande-RJ. De lá, do castelo construído pelos chefes vampiros, fios negros saíam desse local, que era o Quartel General, para outros pontos do Brasil, onde eles se estenderam e estabeleceram outros núcleos.

No mapa do Brasil, eu via fios negros que ligavam a cidade do Rio de Janeiro a favelas e presídios. Os fios se estendiam à cidade de São Paulo - onde existira o Presídio Carandiru - e a outros presídios ainda em funcionamento. Essas ligações se ramificavam também para o Espírito Santo, fixando-se nos morros de Vitória (refúgios de traficantes) e nos presídios das cidades de Viana, de Serra, de Vila Velha e a presídios no estado do Mato Grosso.

Percebi que essas ligações eram fontes de energia para o tráfico de drogas e para os justiceiros que se alimentavam das chacinas que ali eram realizadas. Notei também que nesses lugares havia Comandos locais, que se uniam ao Comando dos chefes vampiros de Ilha Grande.

Via-nos juntos a outros grupos da Luz na Terra, lutando no astral para desestabilizar e remover os chefes desses vampiros e seus asseclas. Dentre esses guerreiros da Luz, havia vários ex-vampiros, que utilizavam suas antigas aparências para o primeiro confronto antes de os guerreiros da Luz entrarem na batalha.

01/06/2012

 

7. HAVIA TAMBÉM MUITOS DRAGÕES ALADOS

 

Vidência:

Logo após o mantra, comecei vendo vários castelos na Europa, principalmente na França, na Itália, na Espanha e na Inglaterra. Notei que, dos calabouços, saíam muitos vampiros correndo para a superfície.

Com a derrota sofrida na batalha em Ilha Grande, a força e a energia deletéria que mantinham esses vampiros foram cortadas e eles ficaram desesperados. Naquela confusão, olhei para o céu e vi que várias Naves Espaciais Extraterrestres lançavam fachos de Luz que os paralisavam para que os guerreiros de Cristo pudessem capturá-los.

Havia também muitos dragões alados entrando na frente da Luz das naves, para facilitar a fuga dos vampiros. Tais dragões eram imediatamente pulverizados. Concluí que se  tratavam de formas-pensamentos.

08/06/2012

 

 

8. PALAVRAS DE UM VAMPIRO

 

Quem vocês pensam que são?

Estamos preparados para atacar e enfrentar qualquer uma de vocês que se atrever a invadir os nossos redutos, pontos de apoio, que nos fornecem o alimento que precisamos.

Se o nosso grupo for atacado, vocês assumirão a culpa pelo sofrimento dos seus irmãozinhos (falou com ironia), quando nos aproximarmos deles, atraindo-os para nosso lado?

Querem ser as salvadoras do Mundo?

Vocês, simples mulheres, acham que livrarão o planeta da nossa presença somente por tornarem público quem somos nós? (após essa pergunta, deu muitas gargalhadas)

Que não queiram entrar em uma luta, nós até entendemos, porque são simplesmente Servas de Jesus e do Mestre que as comandam. Por esse motivo, tem que obedecer.

Mas, nós? Nós somos livres, não obedecemos e nem servimos a ninguém, a não ser a nós mesmos. Não existe nenhum Mestre que nos diga o que devemos fazer. Decidimos e, simplesmente, atacamos.

Hoje, estou avisando; amanhã, atacaremos!

Estejam cientes.

Um vampiro

27/07/2013

 

Vidência:

 No momento final da mensagem, vi várias cenas de acidentes envolvendo crianças e jovens morrendo de hemorragia antes da chegada do socorro. Vi também vários suicidas que cortavam pulsos e enfiavam facas no coração e no pescoço, sucedidos de ataques de vampiros.

O vampiro que se comunicou estava muito nervoso. Percebi que ele estava sendo contido pelas Forças da Luz, nos gestos e nas palavras que transmitia. Dizia-se líder.

No momento da comunicação, eu via que aquele grupo ficava nas margens das rodovias mais movimentadas, provocando acidentes, quase sempre envolvendo muito sangue e mortes. Instigavam disputas de velocidade entre carros, muitas vezes guiados por motoristas que haviam feito uso de bebidas alcoólicas e drogas.

 

 

9. CRESCEU CERCADO DE MIMOS QUE NÃO EDUCAM

 

Esclarecimento:

Nessa mensagem, o Conde Rochester narra a história de um ser que incorporou em nossos médiuns como vampiro, em 20/09/13, trazendo seu depoimento para o Grupo de Estudos Shama Hare – GESH.

 

Josef Carl Von Hasten foi membro da Sociedade Francesa do século XIII. Perito em armas, fez fortuna e adquiriu títulos por sua bravura e fidelidade àqueles a quem servia.

Chegando à maturidade, constituiu família, e sonhava ter herdeiros que prolongassem sua linhagem de homem sério, justo e trabalhador.

A todos tratava com cordialidade e respeito. Envolvia-se apenas com negócios de clara nobreza. Uma vez superada a infância pobre e a juventude sacrificada, nunca mais precisou submeter-se a trabalhos humilhantes para sobreviver.

O nascimento de seu primogênito foi, das alegrias que experimentou, a mais sublime. Entretanto, sua esposa, frágil e adoentada, veio a falecer pouco tempo após o nascimento da criança.

Desvelou-se o pai do menino em cuidados, cercando-o das mais sinceras atenções, suprindo todas as necessidades que a criança manifestasse.

E assim, foram vencidos os sete primeiros anos de vida da criança.

Allan Von Hasten cresceu cercado daqueles mimos que nada educam e ainda acostumam mal os espíritos invigilantes e fracos.

Após esse período de celibato voluntário, no qual Josef exerceu a função de pai dedicado, a ausência feminina em casa passou a pesar-lhe imensamente. E assim, o agora mais maduro  Barão retornou aos círculos sociais das rodas abastadas, onde jovens casadoiras apresentavam-se dispostas ao matrimônio. Foi assim que o pequeno Allan encontrou sua nova monitora.

Os anos seguiram céleres e, no palácio, a criança cresceu, envolvida dos mesmos mimos e atenções de outrora. Outros filhos vieram, e o casal formou uma grande família, contudo, sempre foi para Allan que o pai dedicou sua paternidade mais verdadeira.

O trabalho árduo da infância e juventude pobre que tivera consumiram boa parte da saúde de Josef e, por isso, queria poupar seu filho do sacrifício do trabalho.

Graças a sua fortuna, podia proporcionar ao filho as regalias com que sonhara e que não fora capaz de realizar. Ele sabia que pouco tempo de vida ainda lhe restava e, tomando as providências de pai zeloso, providenciou para que, na sua ausência, nada carecesse a seus filhos e sua esposa.

Feito isso, poucos anos depois, Josef cumpriu sua programação de vida e veio o seu desencarne, deixando no mundo material muitos bens e fortuna destinados aos filhos, em especial ao primogênito.

Allan contava apenas 16 para 17 anos quando veio a notícia do falecimento de seu pai. Sofreu, chorou, todavia a vida é implacável. Mesmo durante e após os funerais do pai, o jovem desligou-se das lembranças doridas, buscando outras paragens, onde pudesse estudar, conhecer gente nova e desfrutar dos prazeres que todo jovem se lança a conhecer.

Assim, desvinculado de sua família, despreocupado com os destinos daqueles a quem prometera, no mundo espiritual, ser amparo e guia, Allan Von Hasten seguiu o caminho das armadilhas que acabaram por conduzi-lo ao exílio, como vampiro insaciável.

Rochester

         20/09/2013    

 

 

10. JOÃO FRANCISCO, UM EX-VAMPIRO

 

Essa mensagem é o resultado de um diálogo entre D. Margarida e o ex-vampiro João Francisco, através de um médium.

 

Margarida - Pode falar, meu irmão. Nós queremos gravar sua história, para depois passá-la para o grande público. Se você veio para contar o que aconteceu, é porque Jesus permitiu que assim fosse.

João Francisco - Mas eu não sei se posso, se consigo.

M - Faça um esforço.

JF – Trouxeram-me novamente à Terra. À medida que me aproximava, as lembranças vinham à minha cabeça. Muitos sentimentos surgiram, de saudade, de medo, de raiva, todos misturados. Quando aqui cheguei, nesse lugar tão iluminado, tive medo, vontade de fugir e retornar para o local de onde eu viera.

M- Olha, filho, se lhe trouxeram, se fizeram questão de lhe trazer para seu antigo planeta, a Terra, é porque é necessário que você conte sua história, o porquê de você ter sido exilado e o motivo de sua volta. É necessário que os habitantes da Terra tomem conhecimento. Nós sabemos que muita gente não acredita nesse trabalho, mas não importa, pois se duas ou três pessoas acreditarem, começando aqui por nós, já estará muito bom, terá valido o sacrifício que você fez.

JF – Disseram-me assim: ninguém está lhe obrigando a falar. Entretanto, deixaram claro que errei muito e que essa oportunidade serviria para aliviar uma parte dos meus erros e sofrimentos.

Eu pensei que seria mais fácil viver aqui do que no lugar onde eu estava. Seria bom voltar. Mas, quando eu cheguei, perdi a coragem. Não sei se vou conseguir.

M – Irmão, o que eu tenho para lhe dizer é o seguinte: aqui não tem nenhum santo reencarnado. Todo mundo que está vivendo na Terra, nesse momento, tem “dívidas a pagar”. Já fizeram muitas coisas erradas, uns mais, outros menos. Uns irão para planetas inferiores a este; outros, para planetas mais evoluídos que este. E, muitos, para planetas da mesma categoria, mundos semelhantes a este. Portanto, não tenha acanhamento. Não há aqui nenhum “Santo”. Todos somos pecadores, todos erramos muito ao longo das existências aqui na Terra e em outros planetas também.

Abra o seu coração, diga tudo o que precisa ser dito. Nós acreditaremos, porque também somos decaídos. Erramos demais em nosso planeta e é por isso que estamos aqui até hoje, passando por tantas dificuldades e sofrimentos.

Portanto, em nome de Jesus, em nome da sua própria recuperação espiritual, da sua melhora: fale conosco! Você está entre irmãos. Pode falar, querido.

JF – Se isso for me ajudar, eu contarei minha história.

M - Vai sim, temos certeza.

JF - Eu peço que me ajudem.

Eu era um “Bon Vivant”, vivia para os prazeres da vida. Não tinha responsabilidades, não assumia compromissos. Filho de família abastada, pensava que a vida era só de prazeres, de regalias. Usava as pessoas enquanto precisava e depois as desprezava. E, assim, grande parte da minha juventude foi perdida.

Até que, um belo dia, deparei-me com um ser diferente de todos os outros: uma jovem tão bela, que senti uma coisa que jamais havia sentido. Foi ali que eu comecei a cair na armadilha que me levou ao exílio. Eu faria qualquer coisa por ela, para conquistá-la. Compreendem?

Eu queria que ela me amasse, mas nós éramos muito diferentes e ela não queria nada comigo. Eu, acostumado a ter tudo que queria, procurei uma feiticeira, que me ensinou alguns truques e me deu algumas poções. Aos poucos, fui me aproximando dela.

Era tudo muito difícil, pois ela tinha um pai que era um verdadeiro guardião, atento a tudo. Eu precisei eliminá-lo em dado momento, pois ele se tornou um empecilho para meu objetivo. Foi o primeiro sangue que eu derramei e levei para a feiticeira, como havia me pedido, pois em troca dos favores, ela me solicitava um pagamento, na forma de vísceras ou de sangue.

Eu achava bom, porque não precisava gastar o meu dinheiro. Muitos mereciam morrer, como mulheres que viviam nas ruas e mendigos; ninguém iria sentir falta deles. E, assim, iniciei a minha vida de crimes para conseguir o que eu queria, escondido nas sombras da noite.

Quando, finalmente, consegui envolver aquela jovem que tanto desejava conquistar, já me encontrava viciado e não conseguia mais parar.

Recordo-me das noites em que deixava minha amada no leito e saía para saciar minha sede com mulheres que depois assassinava; e eu sentia satisfação em fazê-lo.

Aos poucos, a vida desregrada que eu tinha perdeu a graça, como sair e beber, as noites em claro com os amigos, todas essas coisas se tornaram menores, prazeres pequenos.

Os desafios, os riscos, aquela vida que conheci através da feiticeira foi me encantando, me seduzindo e, quando percebi, eu já estava dependendo daquelas práticas para me satisfazer e sobreviver.

Vampiro! É assim que me chamam (O espírito escuta vozes de acusação gritando, chamando-o de vampiro).

M - É o nome que se dá às pessoas que, por algumas circunstâncias, acabam se viciando em beber sangue humano, comer carne humana crua e sentir prazer com a violência praticada.

JF – Eu não tive coragem de dizer, mas aquelas mulheres que eu matava e que via seu corpo ali na minha frente, subjugadas por minha força, eu as devorava.

M. - Eu já li sobre isso.

JF - Não todo, mas algumas partes do corpo. Só era completo o ato se assim eu fizesse.

M - Quem somos nós para julgá-lo, meu irmão? Nem a você e nem a ninguém.

Todos nós que ainda estamos aqui na Terra, vivendo nesse momento, talvez com raríssimas exceções, já praticamos muita coisa errada, muitos crimes!

JF - Eu não sei explicar, mas recordar me fez aliviar.

M – Melhorar.

JF - Eu já consigo ver a loucura de mim mesmo, como se não fosse eu e, ao mesmo tempo, fosse. Em minha mente, um turbilhão: aquele ser horrendo, devorando a carne humana, voraz como um animal carnívoro, um lobo, um vampiro.

Eu vejo minha amada me olhando com os olhos aterrorizados quando descobriu meu vício. E aquelas vozes que gritavam: Vampiro! Vampiro! Vampiro!

Eu preciso parar agora.

Por onde andará aquela feiticeira?

M - Não se preocupe com isso, não. Preocupe-se agora com você, em iniciar em outra linha de trabalho para esquecer esse passado infeliz e amenizar um pouco a sua mente que está sofrendo muito.

JF - Eu a culpo. Ela me usou. Ela sabia o que ia resultar daquele pagamento que me pedia. Ela sabia de tudo.

M - Mas ela já era uma viciada, meu irmão. Ela já não tinha como se corrigir naquela época. Claro que, depois, todos se recuperarão, após milhares de anos de sofrimento e de prática do bem. Mas ela também é digna de pena.

Perdoa, meu irmão! Perdoa!

Se você não a procurasse, isso também não teria acontecido.

JF - As vezes, eu penso que também fui muito irresponsável.

Se eu fosse trabalhar, como meu pai queria...

Se eu tivesse uma vida séria como ele queria, talvez eu não tivesse entrado por esse caminho!...

Esse passado fica voltando a minha mente, trazendo todas essas lembranças.

M - Todas as coisas erradas que a gente faz, voltam a todo momento a nossa mente.

A feiticeira é uma pobre infeliz, muito mais do que você; ela já fazia aquele trabalho para ganhar dinheiro, além de ser uma viciada. Vivia dos recursos dos outros e deve estar sofrendo muito mais. Deverá sofrer por muitos séculos ainda, até livrar-se desse mau hábito que contraiu, comendo carne de gente e bebendo o sangue.

Perdoa, meu irmão! É perdoando que somos perdoados.

JF - Suas palavras me acalmam. O que devo fazer para corrigir tantos erros?

M - É ficar conosco aqui, já que Jesus permitiu que você viesse a essa casa de caridade, de amor e de perdão. Você, ficando conosco, vai partir para uma nova vida.

Não quer dizer que vá se tornar santo, nem que tudo irá desaparecer de sua mente, de um momento para outro. Aos poucos, você aprenderá a agir da maneira certa e corrigir o que fez de errado, assim como uma criança que entra para a escola, aprende a ler e a escrever, seguindo gradativamente todos os anos de estudo até alcançar a universidade. Assim acontece com a alma que erra e sente-se sufocada em situação como a sua.

JF - Será possível corrigir uma vida inteira de erros?

M - Para Deus, nada é impossível, e você é filho de Deus e continua sendo como todos nós.

JF - Quem há de amar um ser assustador, como eu?

M - Você não vai ficar feio a vida toda. Vai mudar, filho.

JF - Minhas mãos, quando olho para elas, deixam escorrer o sangue que eu derramei.

M – Agora, você deve, sempre que lembrar, pedir perdão. Colocar os joelhos no chão e pedir perdão a Deus, àqueles que você prejudicou e à mulher que lhe ensinou, perdoando-a também, em nome de Jesus.

JF - Às vezes eu tenho sede e quero beber água. Vejo água cristalina e a tomo nas mãos, levo-a à boca e, quando torno a olhar, enxergo o sangue das minhas vítimas.

M - Mas não é! É ilusão! Você vê sangue, mas é água.

JF - Não tenho coragem de encarar e a minha sede não passa.

M - Feche os olhos na hora, mas beba a água. Beba rezando, beba pedindo a Jesus que aquela água continue sendo água.

JF - Vocês falam de Jesus, Ele jamais há de me perdoar por tudo que fiz, desconjurei seu nome e o reneguei.

M - Meu filho, Jesus pregou o perdão e o amor, por mais que sofrêssemos, durante os anos que Ele esteve conosco no planeta Terra. Nós temos obrigação de perdoar, porque, no passado, nós também já fizemos mal a outras pessoas.

Perdoa, filho, porque assim que você perdoar essa mulher, você irá se  esquecer, aos poucos, do que você fez e a vida vai melhorando. A água voltará a ser água, o café ou leite também serão a mesma coisa, não terão sabor de sangue.

Qual o seu nome? Você se lembra?

JF – Vampiro. Chamam-me de Vampiro.

M – Chamam você de Vampiro?! Isso é só um apelido. Eu quero saber o nome com o qual você foi batizado.

JF - Não me recordo.

M - Me veio um nome à mente: João Francisco. Nós vamos lhe chamar de João Francisco.

JF - Podem me chamar assim, eu não me importo.

M - João Francisco é um nome lindo, lembra Francisco de Assis e João Batista.

Vamos fazer uma prece em seu benefício. Você vai ficar conosco e será submetido a um tratamento. Não tenha medo de nada e nem de ninguém. Aqui, ninguém vai lhe fazer mal, ninguém vai zombar de você e nem lhe enganar dando sangue em vez de água, café, leite ou chá.

JF - Essa conversa me fez muito bem. Eu vou acreditar no que Eles disseram e vou procurar ajudar, contando a minha história. Mas eu peço que tenham paciência comigo, porque é muito difícil.

M - Vamos ter paciência. Eu peço que você obedeça as pessoas que lhe trouxeram até aqui, porque são seus amigos, seus guias, seus amores. São pessoas que o amam muito e, por isso, trouxeram você para essa Casa, porque sabiam que nós iríamos recebê-lo de braços abertos, sem julgamentos, sem cobranças, sem discriminação.

Jesus disse, um dia, quando esteve pregando: “Aquele que não tiver pecado, atire a primeira pedra”. Isso aconteceu quando queriam apedrejar a mulher adúltera, pois era Lei naquele país.

Quem não tem pecado? Quem nunca errou nesse mundo?

Todos nós erramos, senão nós não estaríamos aqui, nesse Mundo de Expiação e Provas.

Vamos fazer uma prece em nome de Jesus e agradecer a Ele a Presença Amiga.

Você vai ficar uns tempos em tratamento conosco (GESJ). Vai voltar a ser “criança” outra vez e passará a ser João Francisco, um ser humano como nós. Aos poucos a “forma animal” desaparecerá.

JOÃO FRANCISCO (UM EX-VAMPIRO)

20/09/2013

 

 

 

11. CHOREI PELA PRIMEIRA VEZ

 

Um mundo de dores conheci quando reconheci-me um vampiro, uma criatura asquerosa, viciada em sangue humano. Reconheci-me também incapaz de, sozinho, sair da situação de “morto vivo” que sobreviveu da desgraça humana por séculos e séculos.

Não reconhecia nenhuma força que fosse capaz de retirar-me de tão profunda imperfeição da alma. Olhei-me e, horrorizado, não me identifiquei como humano; transformara-me em um animal repugnante.

A quem procurar ou recorrer, se sempre debochei das coisas sagradas, menosprezando-as, com total descrença? Julguei que enlouqueceria ainda mais, ante a possibilidade de ser vampiro, sem querer sê-lo, e sem vislumbrar uma forma de retorno.

Chorei pela primeira vez em muitas centenas de séculos. Martirizado, vaguei entre os homens, atormentado com meu estado de imperfeição. Não sei por quanto tempo permaneci alheio ao burburinho humano, fugindo dos “meus iguais”, fugindo de suas asquerosas presenças, até que parei numa singela e humilde casa, um pobre lar, onde safirina luz brilhava.

Uma criança parecia enxergar-me, sem se assustar; seu olhar penetrou minha alma repulsiva e deformada. Caí de joelhos e balbuciei entre espanto e lágrimas: “Estou salvo”!

Desmaiei. Acordei em local amplo, sem paredes, sem teto, sem chão. Não sei explicar o que se passava, onde eu estava. Ouvia, dentro de mim, as palavras: “Somente em outro planeta, longe da Terra, alcançareis o equilíbrio e a paz”.

Para um planeta estéril fui enviado, pois somente longe da fonte do vício, eu retomaria a forma humana, como fui criado pelo Criador de todas as coisas.

Longe estou do equilíbrio e da paz; porém, os resquícios do vício não mais me atormentam.

Quanto sofri!

A eternidade me aguarda para ressarcir o próximo daquilo que dele tirei.

Disseram-me que meu estágio no planeta estéril está chegando ao fim. Serei transferido desse planeta para outro, onde novamente viverei com seres humanos.

Estou com medo de cair novamente. Afinal, fui um vampiro completo e na minha alma ainda há as marcas profundas que somente serão extintas quando eu perdoar e for perdoado. Assim me disseram.

Não me julguem. Tenham piedade de mim.

Flávio (um ex-vampiro)

20/09/2013

 

 

12. AUXILIAI-ME, SENHOR, A SER HUMANO OUTRA VEZ

 

Após descobrir-me vampiro e vagar, horrorizado, tendo consciência do ser asqueroso no qual me tornara, fui levado através da misericórdia de Deus ao planeta estéril que habitei por um ser que se apiedou de mim, para drenar todas as deformidades de minha alma.

Naquele planeta sem vida humana, animal nem vegetal, ocupado somente por vampiros, os seres  degladiavam desesperadamente pela sobrevivência.

Em minha mente, muito sensível aos ecos do passado, eu ouvia, aterrorizado, os gritos de minhas vítimas; cenas muito vivas da prática do mal e da queda vertiginosa de minha alma da forma humana até alcançar a forma de animal apavorante.

Lá, debati-me, sequei, murchei, enlouqueci.

Não há água para matar a sede; não há vida para saciar o vício; não há vegetação para aliviar o calor cáustico do ambiente. Somente havia o solo ressequido, enegrecido, fétido.

Drenei, da minha alma, algo pegajoso e negro, que me esvaziou das deformidades, da insaciedade do vício.

Transformação intensa e imensurável já alcancei.

Não quero pensar no futuro, apenas viver o presente, aproveitando todas as oportunidades para progredir e mudar de vida.

Já me disseram que falta pouco para eu abandonar aquele planeta, indo para outro que possui habitantes.

Desejo reabilitar-me perante o Criador, ao qual, ainda não ouso me dirigir, pois sinto‑me envergonhado. Soube, não sei como, que o Criador de todas as coisas me sustenta e me impulsiona à mudança.

Dai-me forças, Senhor, para eu não voltar a cair.

Auxiliai-me a ser humano novamente.

Flávio (ex-vampiro)

21/09/2013

 

 

13. A MINHA HISTÓRIA COMO VAMPIRO

 

Deus é amor! Deus é perdão!

Seu Amor é o consolo para meu coração!

Irmãs, para poder contar uma parte da minha vida, tive uma ajuda decisiva da irmã Joana de Angelis, pois sem o seu apoio psicológico, certamente sucumbiria em dor, remorso e desespero.

A minha história como vampiro começa muito antes dessa encarnação no planeta Terra. Venho de sucessivas encarnações como vampiro e, em cada mundo que morei, o vício dominou-me a alma e sucumbi, entregando-me à busca insaciável por sangue, não importando de quem.

Em certo momento de minha vida, totalmente animalizado e dominado pelo vício, lembro-me de ter sido engaiolado e levado a uma nave espacial. Não conhecia aqueles seres que me aprisionavam, mas resisti, lutando desesperadamente. Eles possuíam uma força nunca antes vista por mim e eu não entendia porque não conseguia enfrentá-los. Por fim, fui encaminhado a um lugar árido, sem plantas, água e animais. Aquele lugar era de um calor insuportável.

Com medo, abriguei-me em uma caverna; todavia, outras criaturas animalizadas, como eu, também se abrigavam ali. Éramos todos dementados e lutávamos entre nós para bebermos o sangue e comermos a carne, uns dos outros, pois a sede e a fome nos devoravam.

Perdi a noção do tempo. Fiquei naquele lugar (planeta estéril) por muito tempo, até que, um dia, um ser de Luz e de uma beleza que nunca vi igual, ajudou-me. Segurou minhas mãos e retirou-me daquele lugar. Quando vi no que me transformara, não consegui encará-lo.

Dali, fui nascendo e renascendo em outros planetas e, aos poucos, perdia a forma animal que havia adquirido. Após muito tempo tive a concessão de nascer na Terra, na Rússia.

Era um rapaz bonito, de família abastada e nobre. Nada do que fazia era questionado ou censurado. Não consegui eliminar toda a maldade que trazia dentro de mim e, infelizmente, novamente o instinto me puxou para os estudos da prática da Magia Negra. Como relatei anteriormente, (ver divulgação 74) fiquei sob a tutela de um poderoso feiticeiro que, por sinal, foi meu mentor em outros orbes.

A minha conversão de homem sadio e normal para vampiro - a reincidência - foi lenta, porém sistemática.

Todos os dias tomava uma poção com ervas, comia carne crua e, aos poucos, passei a beber sangue. Inicialmente, passava mal, mas, obstinado, continuei, porque sabia que fazia parte da minha transformação.

O Mago Negro me explicava que, com o passar do tempo, as minhas células, o meu metabolismo e, por fim, os meus sentidos, mudariam: visão, audição, paladar. A temperatura corporal cairia drasticamente, completando a mudança.

Minhas primeiras vítimas foram os animais, depois as crianças e, por fim, jovens mulheres.

Um dia fui descoberto pelas famílias das vítimas. Uniram-se os familiares, servos, a minha própria família e prenderam-me. Chamaram o padre para exorcizar e, após isso, não havendo resultado, fui excomungado.

Uma noite, retiraram-me da prisão. Era Lua cheia. Arrastaram-me pelo solo sagrado do cemitério. No chão, todo amarrado, apenas com os braços abertos, iniciaram rezas e cantos religiosos. Em seguida, tiraram minhas roupas e jogaram água benta em mim.

Eu gritava loucamente, gargalhava, jurava vingança e zombava das pessoas, até que fincaram meu punhal de prata em meu peito e depois me enterram (1).

Irmãs, é angustiante lembrar e ver meus erros.

Interrompo por aqui.

Com a Graça de Deus, em outro momento, volto a narrar minha história.

Fiquem na Paz do Cristo.

 

(1) Nota da Médium: Naquele momento, notei que o irmão chorava muito, percebia sua angústia. O Cansaço o dominou, a ponto de ter dificuldade para falar. Então, ele encerrou a mensagem.

 

Lord Vladimir

21/09/2013

 

14. APRISIONARAM MEU ESPÍRITO

 

Vidência:

Durante a concentração, vejo uma mulher de aproximadamente dezoito anos. Vestia uma camisola antiga, branca e longa. Cabelos compridos, pretos e lisos. O que mais chamou minha atenção foi a brancura de sua pele, em contraste com os cabelos muito negros. Da sua boca, escorria sangue. Sua camisola estava toda suja de sangue.

Ela pára na porta e entra na sala em que estávamos trabalhando, no Abrigo Servos de Jesus. Começa a circular entre nós, parando ao nosso lado e olhando fixamente para nossos rostos. Leio o seu pensamento: “Elas estão dormindo”.

Olha para D. Margarida e fala: “Será que eu conheço essa mulher?”.

Ela se lembra de um fato do passado e, sem saber o porquê, olha com ódio para D. Margarida. Começa a reconhecê-la.

Passa um tempo e depois vejo Hercílio Maes (1) acompanhado de dois trabalhadores, altos e fortes.

Hercílio Maes a ajuda a falar e eu comecei a escrever:

 

Sou Elizabeth. Sei que sou da Inglaterra.

Lembro que estava presa no alçapão de uma cabana dentro da floresta. Não sei como, mas sei que vocês me prenderam lá. Penduraram-me e dissecaram-me.

Fui arrastada ainda viva ao ritual de Magia Negra. Colheram meu sangue e retiraram minhas vísceras (nesse momento, avançou para D. Margarida, mas foi contida pelos trabalhadores do ASJ).

Eu sei, eu sei. Agora, esta senhora está diferente, mas eu a conheço. Ela roubou meu sangue, me matou. Entregou minha alma para os vampiros que a serviam.

Aprisionaram meu espírito na cabana e o ódio tomou conta de mim. Somente pensando em vingança, fui ficando louca com essa ideia.

Queria recuperar o sangue que retiraram de mim, queria viver. Nessa loucura, fui buscar em outras pessoas o sangue que me faltava. Bebia sangue desesperadamente.

Vaguei por séculos, procurando-as, até que um senhor que tentei atacar me conteve e disse que poderia me ajudar. Seu nome é Shama Hare. Não sei quem é, mas a força do seu olhar passou-me confiança e acreditei nele. Dissimulada, não lhe disse que o meu propósito era tornar a minha algoz uma vampira como eu.

Acho que dormi e aqui estou. Não sei como. Não posso explicar.

Estou faminta, preciso de sangue. Não me olho no espelho, mas, à noite, tudo é pior, pois me transformo em fera horrenda, assusto as pessoas e avanço nelas.

Ainda penso na minha vingança, mas sem saber como pô-la em prática. Aquele senhor, (Shama Hare) não o vi mais e ele não me disse quem era a mulher.

Estou cansada, com sono e faminta.

Elizabeth

21/09/2013

Vidência da médium após a mensagem:

Vejo a moça sendo colocada em uma maca pelos trabalhadores do ASJ.

Hercílio Maes me olha e explica: agora, ela não tem mais condições de se comunicar. Será levada para tratamento e, quando melhorar, poderá relatar sua história.

Fiquei olhando para ela na maca. De repente, ela avança em um dos trabalhadores, querendo morder seu pescoço. Eles a contêm e ela volta a dormir.

 

(1) Nota: Hercílio Maes, agora no plano espiritual, foi o principal médium do Mestre Ramatis. Hercílio é o Diretor do Abrigo Servos de Jesus no Plano Astral.

 

 

15. VAMPIRISMO EM VÁRIAS ETAPAS

 

Vidência 1

Vi chegar um homem fraco, de aparência estranha. Sua cor era branca como parafina e andava amparado por dois enfermeiros.

Na medida em que atravessava a psicosfera da Terra, ele tremia de dor e, em sua mente, as lembranças do passado delituoso se avivavam.

Quando se aproximava do nosso Grupo, vindo de Cidade Espiritual, igualmente sofria choques vibratórios dolorosos e via na sua tela mental a face apavorada de suas vítimas. Outra visão que notei em sua tela mental foi a do sangue escorrendo abundantemente de sua boca e também de suas mãos. Era uma cena chocante, em contraste com sua forma humana.

 

Vidência 2

– Saí do corpo e me vi flutuando no espaço por algum tempo. Cheguei a um lugar aberto, com solo árido e pedregoso. A atmosfera era densa, pesada e o “Sol”, causticante e agressivo. Compreendi que não estávamos na Terra.

Vi, preso ao chão, por força que não sei explicar, um Vampiro. Era Allan Von Hasten, o ser com quem Margarida havia conversado no dia anterior.

Seus pés pareciam enraizados no solo por um fio de energia que passava pelo alto da cabeça, percorria todo o corpo e se prendia ao chão pelos pés.

Aquele ser não podia andar ou, sequer, sair do lugar; estava paralisado por uma força de atração existente no interior daquele planeta. Seus braços estavam abertos e deles pendia uma gosma que fazia lembrar as asas de um morcego.

Sobre sua cabeça pairava uma grande nuvem escura, semelhante à copa de uma árvore, que parecia feita dos fluidos emanados pelo sangue de inúmeras vítimas. Acessando atentamente essas emanações fluídicas, observei surgirem os rostos das vítimas desse vampiro. Elas permanecem vinculadas a ele, mesmo depois de mortas, presas no seu campo áurico, formando uma mórbida ligação.

 

Vidência 3

 As emanações negativas do ser sofrem a ação da forte Luz que chega ao lugar. Seu corpo vai se desmanchando, deixando escorrer um visgo negro que, ao chegar aos pés, passa para o solo pedregoso. O lugar onde ele está pisando vai mudando de coloração, ficando enegrecido.

Não sei quanto tempo levou, mas toda a negatividade do vampiro foi drenada para aquele planeta e vi o momento em que ele conseguiu despregar os pés do chão; porém, sem forças, foi imediatamente deitado em uma maca e levado a uma câmara de tratamento.

Vi que em dado momento do tratamento ele recebeu a visita de uma linda entidade que foi sua mãe, primeira esposa do barão Josef.

 

Vidência 4

 – Vi uma cena de arrepiar, só que era como se esse vampiro estivesse incorporado em mim e eu vivenciando a experiência pela qual ele passara.

Eu estava deitada olhando para cima, vendo muitos homens que me seguravam. Senti a dor aguda de algo transpassando meu coração. Meu espírito flutuou acima da cena e, nessa hora, meu espírito se desligou do vampiro. Como se ele desincorporasse, vi seu espírito tomar a forma de um morcego e ser preso numa gaiola. Entendi que vivera a cena de seu desenlace numa vida.

Em determinado momento daquela sua encarnação, ele foi descoberto, preso e morto por um grupo de homens, conforme os rituais de morte dos vampiros.

Seu espírito saiu violentamente do corpo quando a estaca furou seu peito e imediatamente tomou a forma de um morcego, sendo preso numa enorme gaiola dourada. Em seguida, foi levado para um planeta estéril.

 

Vidência 5

Fomos levadas a uma região do astral inferior da Terra onde habitam espíritos de vampiros. O chão é negro e viscoso, parece sangue ressecado e, em alguns locais, pastoso.

Há espíritos cujos pés e pernas estão presos a essa lama endurecida.

Há também lagartas peludas e negras que caminham umas sobre as outras, de forma que, ao olhar para o chão, parece que este está se movendo.

Ouço muitos gritos apavorantes na região. Caminhamos envoltas em labaredas de fogo que vão queimando miasmas por onde andamos. É a nossa proteção. Quem olha de fora, parece que somos uma bola de fogo. Alguns espíritos conscientes nos reconhecem e suplicam socorro, estendendo as mãos em nossa direção.

Shama Hare informa que ali estamos para socorrer aqueles que já têm autorização para sair dali. São infratores na área de vampirismo, porém com delitos menos pesados que aqueles que foram exilados.

21/09/2013

 

 

16. SOFRI AS PENAS DO INFERNO

 

Irmãs, salve a Luz.

Através das mensagens que retratam uma pequena parte da minha vida como vampiro, espero ter ajudado a informar a humanidade acerca deste terrível vício, bem como enviar um alerta de que a fantasia e o folclore que derivam do imaginário popular, como alguns pensam, decorrem de fatos ocorridos em civilizações e épocas tão distantes, que seus acontecimentos surgem como contos e histórias.

Como em mensagem anterior, fui sepultado após várias tentativas de exorcismos e conjurações e, por fim, a morte com o punhal cravado no peito, porém sem atingir o coração.

Jurei vingança e chamei pelos seres das Trevas que me seguiam para que me ajudassem.

Sabia, por meio de estudos, da existência dos mortos vivos; e lá estava eu, como queria, no túmulo da minha família, porém “vivo”.

Lá permaneci por sete luas cheias, recobrando as forças e alimentando o meu ódio. Ao fim da reclusão tumular, notei a presença de um ser que, embora odiento para mim, ajudou-me no meu intento.

Segui suas recomendações e, na força da lua cheia, saí da sepultura e vaguei pelo povoado e pelo castelo da família.

Observei hábitos e busquei de forma intensa aqueles que participaram da minha desdita. Ao encontrá-los, nada mais poderiam fazer para me impedir e daí comecei a alimentar-me deles; primeiro, dos subalternos e de familiares das vítimas, que me vigiaram e me prenderam; em seguida, dos meus familiares que não me apoiavam; por fim, do padre que, com seu crucifixo e água benta, queimou e marcou minhas faces.

Sentia ódio e prazer em matar; bebia o sangue dos que imprudentemente cruzavam meu caminho. Finalmente, tudo estava feito. Em alguns momentos, deixei-me ser visto, pois queria que soubessem quem estava se vingando e o porquê.

No entanto, não contava com a fé do Padre, que reuniu o povoado e montou uma armadilha na qual eu caí.

Em uma noite, quando saí para saciar o vício, prenderam-me e me lançaram ao fogo, a agonia foi intensa. Rezavam e pediam a Deus por mim.

Sofri as penas do inferno e, depois, não sei como, fui parar em um vale de vampiros, em um planeta estéril, e lá fiquei por séculos, até ser resgatado. Após outros tantos séculos, aqui estou contando minha história para ajudar a humanidade.

Esgotam-me as lembranças, mas o Pai me sustenta.

Paz a todos e que a Luz ilumine vossos corações.

Lord Vladimir

27/09/2013

 

 

 

E para não dizer que não falei de flores...

Seguem mensagens para acalmar vossos corações.

 

17. Deixai brilhar a Luz do Amor

        

No santuário do vosso coração, deixai nascer a luz do amor.

Na intimidade do vosso ser, expandi a fé.

No altar da vossa consciência, deixai a paz e a fraternidade engrandecerem.

Inundai vosso corpo do amor ensinado por Jesus:

Amor-compaixão!

Amor-benevolência!

Amor-perdão!

Sejamos instrumentos de Deus, espargindo entre os homens a esperança de regeneração das almas que alcançarão a renovação através da prática do Evangelho.

Jesus é Fonte de Amor a jorrar Sua Luz para toda a humanidade.

 

Emmanuel

07/12/2018

 

18. Segue-Me tu!

        

Arguído por Pedro acerca da indiferença do povo às Suas Lições, Ele, Jesus, muito meigo e firme, respondeu-lhe:

“Segue-Me tu!”

Eis a Lição que determina a cada criatura a responsabilidade por suas escolhas, no caminho a seguir.

Seguir o Mestre é escolha intransferível e não depende de outrem.

Aos indiferentes, compaixão!

Aos ignorantes, esclarecimentos!

Aos sofredores, amor!

“Segue-Me tu”! É a escolha dessa hora Apocalíptica!

Somente Jesus é Caminho, Verdade e Vida!

Sigamo-l’O, para adentrarmos o Reino da Paz.

Jesus vos abençoe, nesse doloroso despertar da humanidade!

Salve, Jesus!

 

Humberto de Campos

07/12/2018

 

 

Endereço para correspondência: Eduardo Pinho Carpes (p/ o "Grupo Espírita Servos de Jesus") Avenida Santa Leopoldina, nº 51, Bairro Itaparica, Vila Velha/ES CEP: 29.102-040

 

Endereço para assistir as reuniões: Rua Hermes Curry Carneiro nº 555, Templo, Bairro Monte Belo, Vitória/ES CEP: 29.053-221

Dias e horários: às terças-feiras, das 14h às 15h e às quintas-feiras, das 19h30 às 21h.

 

Para os que pedem orientação, no sentido de colaborar conosco, comecem por tirar cópias das nossas mensagens e passá-las para outras pessoas, bem como repassá-las por e-mail, enviá-las por aplicativos mensageiros (como whatsapp) e publicá-las em suas redes sociais.

 

Leiam nossas obras:

- Pétalas de Luz!

- Civilizações Intraterrestres

- Os Extraterrestres e Nós – Vol. I, II e III

- Cidades Intraterrestres – O Despertar da Humanidade

- Comandante Setun Shenar – Vice do Comando Ashtar

- Das Trevas para a Luz - Cidades Infernais

- Em Nome do Cristo, Novamente Estamos Aqui

- Os Decaídos e Sua Trajetória Terrestre – Vol. I, II e III

- Mãos Súplices por Socorro – Nos Bastidores visíveis e invisíveis dos presídios

- Mensagens do Mestre Jesus

- Mensagens de Allan Kardec e Helena Blavatsky

- Comandante Yury

- Os Intraterrenos – Missão Resgate Planetário – Notícias do Cel.Fawcett

- As Bombas de Hiroshima e Nagasaki

- Mensagens do Mestre Ramatis

- Mensagens de Chico Xavier e Emmanuel

- A Besta

- Os Reptilianos

- Ashtar Sheran ou Arcanjo Miguel

- Sementes ao Vento

- Mensagens de Maria de Nazareth, Joana de Angelis e Irmã Dulce

- Mensagens dos Nossos Irmãos Índios

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- Nostradamus

- João Batista

 




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