Vidência:
Quando o cachorro da casa da vizinha latiu, eu vi um ser fera oculto, nos procurando; no entanto, sem nos ver.
Em seguida, vi um turbilhão de energia vindo da Nave Mãe, descendo sobre nós, em cores diversas, como um Tornado de Luz, fazendo nossa ligação com a Nave dos Mestres.
Depois vi uma parte da batalha do dia anterior. Havia uns Seres gigantescos, outros com formas não definidas, mas todos demonstravam intensa negatividade. Lutávamos bravamente, numa velocidade espantosa.
Tive a alegria de ver a face de alguns Mestres formando-se de nuvem, porém, nitidamente. Foi uma emoção muito forte.
Vi nossos corpos astrais desprendendo-se dos corpos físicos e sendo levados com muita suavidade, em direção à Montanha Sagrada.
Seguimos flutuando como se houvesse uma ponte entre nós e o Tibet, constituída daquela energia multicolorida, lançada sobre nós em intenso turbilhão.
Rampa era o Instrutor que nos conduzia. Lá embaixo, víamos viajores seguindo para a Montanha Sagrada, enfrentando diversos obstáculos no caminho. Rampa nos disse que nossa prova, a batalha, foi vencida; e os viajantes que seguiam por terra, ainda tinham algumas provas materiais para enfrentarem.
Passamos por lindas cachoeiras que despencavam de alturas incríveis, e até estendi a mão e toquei na água, sentindo-a borrifando sobre nós.
Chegamos à Montanha Sagrada. Rampa diz:
- Cada uma assuma o seu lugar.
Imediatamente percebi que ficamos afastadas, uma das outras, mas ao mesmo tempo unidas, não dá para explicar, mas sentia perfeitamente que estávamos distantes mas, ao mesmo tempo, unidas.
Rampa chamou D.Margarida, estendeu-lhe a mão e seguiu com ela a frente, até sua posição.
Estávamos com roupas especiais e D.Margarida além das vestes, usava um turbante rosa bem clarinho.
Uma companheira estava ajoelhada e chorava copiosamente. Alguém chegou ao seu lado e disse delicadamente para que ela se acalmasse, pois perderia muito do espetáculo especial, caso se mantivesse no choro sem controle. E ela disse: "- É demais para mim!" E chorava mais.
Outra companheira, olhava tudo em volta e dizia: - É tudo tão lindo e ainda nem começou!
Outra companheira chorava, mas permanecia concentrada em tudo.
Um companheiro, ajoelhado, túnica branca, estava em prece e atrás dele, um Ser translúcido transmitia-lhe algumas instruções.
D.Margarida à frente; duas companheiras atrás dela, as outras companheiras.
Alguém disse:
- Permaneçam em vossas posições.
Sedes bem vindos!
Obs.: Dessa vez, comemoramos o Festival de Wesak numa casa de praia, em Praia Grande, litoral do ES. Concentramo-nos a partir das 17 horas do sábado, dia 09/05, lua cheia no Brasil, até as 6 horas da manhã de domingo, quando recitamos o mantra pela última vez.
Tudo correu maravilhosamente bem, conforme planejamos.
Margarida
GESH - 09/05/2009 - FESTIVAL DE WESAK - Vigília Praia Grande, ES - Brasil